A sombra do oráculo que nada esconde
Busco acordado como vislumbrando em sonhos
Quem, quando, como, porquê e onde
Ouvindo deitado à sombra de medronhos.
Dando ouvidos não a homens mas ao logos,
Entendendo não a parte mas o todo completo
Percorrendo rios, mares, ares, terra e fogo
Procurando não fechar o ser entreaberto.
Quem sou eu? Luta entre contrários
Ou concórdia pacificadora? Uno ou vários?
E quem és tu, leitor, que habitas o poema
Senão o mestre com a resposta ao dilema?
10.09.2026


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